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Roda de conversas (capítulo VII)

Dando continuidade à nossa Roda de Conversas, aqui fica a partilha de alguns 'dizeres' tão graciosos, os quais não podia deixar de publicar com os amigos e seguidores do nosso blog!

Encantem-se tanto quanto eu!



"Olha para o fotão que eu fiz!" -diz o Martim, respondendo-lhe a Matilde Sousa: "Não parece um fotão! Parece um biom!" (piquenos tão engraçados😊)

Diz a Inês à Matilde Sousa: "Oh! Estás a fazer riscos no desenho!" -ao que lhe responde a Matilde indignada: "Tu não vês? Não são riscos! É uma gaveta!" 😃

E porque o momento do almoço não é apenas um momento para comer, mas também uma oportunidade para a educação alimentar, aqui vai:
"Sabes, -diz-me a Alice- o meu pai vai perguntar-te se é verdade que eu como feijões aqui na escola... ele não se acredita que eu como!" E eu pergunto-lhe: "Porquê que não se acreditou? Tu não comes feijões em casa?" Ao que me responde: "Não... Porque os feijões de casa não são mágicos como os daqui da cantina e não vêm do teu pé de feijão mágico! O meu pai não tem desses!" (tão querida, a minha Alice! E tão doce esta magia...💗)

"Os Reis Magos seguiram uma estrelinha e deram ao Menino Jesus ouro, cinza e incêndio." -diz a Alice. A Inês, ouvindo diz: "Não foi ouro nem incêndio! Os Reis Magos deram um tesouro e um inseto!" A Clarinha, com toda a sua convicção e muito pausadamente corrige: "Não! A mamã ensinou-me que os três Reis Magos ofereceram ao Menino Jesus ouro, incenso e mirra!" (ora toca a prender!😉)

Roda de conversas (capitulo VI)

Dando continuidade à nossa Roda de Conversas, aqui fica a partilha de alguns 'dizeres' tão graciosos, os quais não podia deixar de publicar com os amigos e seguidores do nosso blog!
Encantem-se tanto quanto eu!
 
"Hoje não tenho muita fome porque tomei o quelalmoço muito tarde!" (Ana Carolina)
 
Diz o Tiago ao Daniel, quando este se vai embora: "Xau! Pota-te bem, tábem?" -ao que responde o Daniel: "Eu poto-me sempre bem! Pota-te bem tu tamém!" (e esta, hein?)
 
"A minha mamã põe sempre uma gafaguinha de água na minha lancheira, para quando eu tiver sede!" (Maria Leonor)
 
"Sabes como é que a minha mãe me chama? Anja! E às vezes também me chama quida! Ela chama-me mais coisas assim lindas!" (Ana Carolina)
 
"Eu já sei estalar jogos! A sério! Eu estalei dois jogos em minha casa!" (Luís, que se referia, é claro, à sua capacidade de instalar jogos no computador!)
 
"Diz-me a Nicole, com o seu ar tão doce: "Eu adoio-te! Tanto!" (tão querida...)
 
"Sabes, a minha mamã vai muitas vezes ao beisebuk ver fotografias! Tu também vais ao beisebuk?" Vou onde, Leonor? -pergunto. "Ao bei-se-bu-k!", diz silabicamente, como se eu não percebesse nadinha... (tão fofa, a minha Maria Leonor!)
 
Diz a Ana Rita: "Sabes porquê que eu me porto sempre, sempre muito bem? Porque o meu cérebro roda para o lado certo! Quem se porta mal tem o cérebro a rodar para o lado errado!" (Será? Tão engraçada...)
 
Pergunta-me o Duarte: "Sabias que o Quaresma foi batizado? Acho que foi com uma bacina, ou assim..." (piqueno tão engraçado...)

Roda de conversas (capitulo V)

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Encantem-se tanto quanto eu!
 
"Vou para a liboteca ver um livro!" (Ana Carolina)
 
"Sabes, a minha garagem repete tudo o que eu digo porque está lá o eco!" (Maria Leonor)
 
"Tu sabias que eu já tenho um camóvel?" -diz-me o Sérgio, a respeito do telemóvel. "Foi o meu pai que me deu, mas tenho que o mandar arranjar!"
 
"Eu trouxe mármelos para dar a todos os meninos e também trouxe balões azuis e cor rosa!" (diz o Tiago, referindo-se aos marshmallows)
 
"Esta flor que desenhei é maraiosa, não achas?" (Daniel, quando desenhou uma flor maravilhosa!)
 
Diz o Tomás ao Afonso Martim: "Sabias que os meus pais são namorados?" Ao que responde o Afonso: "Os meus não! Só são casados!" E continua o Tomás: "Não? Os teus pais não dão beijinhos na testa e na bochecha? Quando os pais dão beijinhos é porque também são namorados!"
 
Conversa em grupo: "Quando eu crescer -diz a Ana Carolina- quero ser senhora de balões e vou ganhar muito dinheirinho!" Ao que responde a Maria Leonor: "Eu não! Eu antes quero ser a senhora do algodão doce!" Já o Sérgio, com outras ambições, diz: "Eu quero trabalhar no julinoco!" "Onde?" - perguntam os outros amigos. "Quero trabalhar no ju-li-no-co! Não conhecem? Quero trabalhar para os animais! Quero dar de comer aos porcos e às araras!" (diz a referir-se, claro está, ao jardim-zoológico). O Afonso Silva, que ouve a conversa em silêncio, diz baixinho: "Oh! Eu só quero ser pequeno... sempre." (tão delicioso de ouvir!)

Roda de conversas (capitulo IV)

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Encantem-se tanto quanto eu!
 
"A minha mãe diz que eu sou uma riqueza de filha!" (Maria Leonor)
 
"A minha mãe disse que se os meninos se rirem muito ficam com soluços..." (Carolina Costa)
 
"Sabes, quando eu for muito crescida, quando eu for uma adulta, a minha mãe ainda vai ser minha mãe!" (Maria Leonor, com toda a sua graciosidade...)
 
"Os teus trabalhos são geniais!" (diz-me o Luís!)
 
Diz-me a Maria Leonor: "Um menino no recreio matou uma abelhinha grávida!" E eu pergunto-lhe: "Como sabias se ela estava grávida?", ao que me responde: "Eu sei porque ela tinha a barriga um bocadinho gordinha! E tu ensinaste que não devemos tratar mal os bichinhos, porque eles são da natureza, não foi?"
 
"Sabes, eu acho que se não tivesse amigos ía chorar..." (diz a Carolina Costa)
 
"Quando eu visto calções a minha avó dá-me uma palmadinha na perna e diz assim: Ah! Perninha boa!" (Maria Leonor)
 
"Sabes, quem é menina vai ser mãe e quem é menino vai ser pai!" (Íris)
 
"A minha mãe tem 'patadueres'!" (Maria Leonor, a referir-se a tupperwares)

Roda de conversas (capitulo III)

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Encantem-se tanto quanto eu!
 
 
Conversa entre a Ana Carolina e a Maria Leonor:
- "Sabes, esta camisola é nova! Ela é muito quentinha!" - diz a Ana Carolina. Pergunta-lhe a Maria Leonor: -"Foi muito cara?", "Não", responde a Carolina, "mas tive sorte na mesma!"
 
"Tu não sabes?" - pergunta-me o Sérgio com ar de espanto, como se eu não percebesse nada. E explica-me: "A lua só se liga de noite, quando o sol se desliga!" (tão doce...)
 
"Sabes, a minha mãe vai comer uma semente muito, muito branquinha e vai ter um bebé! Mas primeiro a minha avó vai ter de lhe arranjar a semente..." (Tiago Sousa... e esta hein?)
 
"Eu faço desenhos muito, muito giros em casa para a minha mamã, e a minha mamã fica muito orgulhosa de mim e depois dá-me beijinhos!" (Maria Leonor... tão querida!)
 
"Quando tossimos temos que por a mão na boca, senão passamos os 'perguitos' para os amigos!" (Daniel)
 
"Quando estou com soluços o meu pai diz-me para ficar muito, muito caladinha que isso passa." (Ana Carolina)
 
"Depois do carnaval aparece o coelhinho da Páscoa!" (Sérgio)
 
"A comida da escola faz muito, muito bem à diarreia e à 'gumitação'! (Ana Carolina)
 
"Sabias que o Pai Natal só dá coisas avariadas à minha irmã? (diz o Tomás muito indignado)

Roda de conversas (capitulo II)

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Encantem-se tanto quanto eu!
 
"Está mal! Não era um leão! Era uma leona!" ( Maria Leonor)
 
"Sabes, eu vi o Tomás no Macnonas!" (Tiago Sousa)
 
"Quando me caírem os dentes vou ter um telemóvel!" (Sérgio)
 
"Tomás, porque mordeste os teus dois amigos? Sabes que isso não se faz!" - digo-lhe. Ao que responde, de lágrima pronta: "Eu ferrei duas vezes os meninos porque tive fome duas vezes! Uma vez no recreio e outra vez na sala! Mas agora eu não tenho mais fome... eu não mordo mais!" (Tomás)
 
"Sabes, eu vi um polomelo no jardim do recreio!" (Ana Carolina)
 
"Pergunta-me a Maria Leonor: "Vais tirar uma trografia aos nossos trabalhos?" Ao que responde, indignada, a Ana Carolina: "Não é trografia, pois não? É to-ga-fi-a, não é?"
 
"Depois de comer temos que fazer a gestão!" (Daniel, a referir-se à digestão)
 
"Os livros vêm da África, não vêm? É numa África que eles são feitos! Eu sei porque a minha mamã ensinou-me!" (Maria Leonor, a referir-se à gráfica)
 
"Quando vejo televisão vejo muita melicidade!" (Daniel, a referir-se à publicidade)

Roda de conversas

Adoro conversar com os 'piquenos'. Adoro. Não só porque me impressionam com as suas teorias sobre a vida e sobre todas as coisas do mundo, mas também porque me fazem sentir deslumbrada com um doce desapego e despreocupação. Adoro a forma encantadora como defendem as suas certezas... A forma como vivem a alegria que lhes sai de dentro. A forma como me fazem sentir mais menina e linda (como tão simpaticamente me dizem ao me besuntarem de beijinhos nas bochechas). 
Na nossa "Roda de Conversas" fazemos isso mesmo: conversamos em roda, na manta do chão da salinha ou até no recreio. Conversamos sobre tudo e sobre nada de especial. Apenas porque sim. E é nestes momentos que nos conhecemos, que aprendemos os limites dos nossos eus.
Aqui fica a partilha de alguns 'dizeres' tão graciosos, os quais não podia deixar de publicar com os amigos do nosso blog!
Encantem-se tanto quanto eu com estas frases soltas que, desta vez, pertencem à Maria Leonor e ao Sérgio!
Aqui vai: 
 
"A minha avó era muito velhinha e foi para o país do céu! Mas ela também está sempre no coração da minha mãe, sabes?" (Maria Leonor)
 
Eis que no meio de uma conversa eu espirro e, numa atitude cordial e munida de uma intenção tão educada, diz-me o Sérgio: "tansinho!" (Sérgio)
 
E eu pergunto, a propósito de uma história: "Quem sabe o que é uma mansão?" Ao que responde tão graciosamente a Maria Leonor: "Eu sei o que é! Uma mansão é uma maçã com casca, não é? Eu sei... é uma maaaaan...çã!" (Maria Leonor)
 
Enquanto conversávamos pergunta-me o Sérgio "dás-me um beijinho?", ao que respondo: "claro que dou!". "Sabes - diz o Sérgio - isto é o que canta o Zé Mário! Ele canta assim: 'dá-me um beijinho, meu amor, dá-me um beijinho'!" (Sérgio)

Ao ouvir uma rola digo: "Ouçam! É uma rola! Quem sabe imitar o seu som?" Todos começam a imitar o cu-curruuu da rola, quando diz com todo o seu encanto a Maria Leonor: "a rola não faz cu-curruuu, pois não? Ela faz au-guuusss-tooo! Au-guuusss-tooo!" (Maria Leonor)

E esta, hein? :)